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terça-feira, 2 de setembro de 2014

O Retorno

Olá, pessoal! Volteeei!

Bom, vocês devem ter notado que depois da prova da 1ª fase eu sumi, né? Pois é, eu estava sem tempo pra nada. O último semestre da Faculdade com 7 cadeiras + TCC + 50 audiências para assistir e a alta carga de atribuições no meu trabalho estavam me deixando sem tempo até para descansar e ver minha família... Estudar pra 2ª fase, então, quase não sobrava tempo (a verdade é que eu nem tinha começado a estudar). Junta isso com ser membro da Comissão de Formatura e ainda ter um trabalho extra... Claro que chegou um ponto em que eu tive que redefinir prioridades e fazer a minha escolha.
Com o apoio do meu namorado lindo-querido-coisa mais maravilhosa desse mundo, decidi pedir demissão do meu emprego e me dedicar totalmente aos estudos. Ou seja: isso significa que terei mais tempo para o blog, o que significa MUUITO mais conteúdo pra vocês! ;D



Bom, quanto à minha aprovação na 1ª fase: fiz surpreendentes 50 acertos! Digo surpreendentes porque eu estudei bem menos do que tinha planejado. Esse desempenho se deve muito à minha tranquilidade na hora da prova... Quero desenvolver essa questão da tranquilidade e preparação para a prova mais para frente comm vocês, pois isso é essencial. Estou até pensando em montar um canal no YouTube, mas ainda preciso desenvolver melhor essa ideia (gravei um vídeo dia desses e ficou a coisa mais horrorosa desse mundo haha).

Enfim, o que quero dizer com esse post são três coisas:
1 - Eu voltei e voltei com TUDO! Podem assinar e seguir o blog, pois vai ter bastante conteúdo para vocês.
2 - Se você passou na 1ª fase, já deve estar a mil nos estudos para a 2ª, certo? Então, vem comigo que vamos dar um gás nessa reta final!
3 - Se você ainda não passou na 1ª fase, não desanime! Você é plenamente capaz de passar na prova e eu estou pronta pra te ajudar nessa batalha.

Bons estudos!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Questão Comentada #1

Quem me acompanha aqui no blog sabe que, no meu planejamento de estudos, o domingo é o dia dedicado à resolução de questões de Exames anteriores. Então, pensei em fazer alguns posts de questões comentadas, tendo em vista também a proximidade da prova (faltam 35 dias!!).



Começarei com algumas questões retiradas do livro de Questões Comentadas da Verbo Jurídico. Mas a ideia é adaptar as questões às necessidades de vocês, então podem comentar aqui ou mandar e-mail sugerindo questões para eu corrigir e comentar. Então, vamos lá?



XI EXAME DA OAB – 13 – Acerca da disciplina constitucional do direito à educação, assinale a afirmativa correta.
A) Os municípios atuarão prioritariamente na prestação do ensino fundamental e médio.
B) Na prestação do ensino fundamental, além da utilização obrigatória da língua portuguesa, é assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas.
C) É permitido às universidades admitir professores estrangeiros, na forma da lei, mas é expressamente vedada a admissão de técnicos e de pesquisadores estrangeiros.
D) O ensino é livre à iniciativa privada, independente de autorização e da avaliação de sua qualidade pelo Poder Público.



Comentário:

alternativa A está incorreta, tendo em vista que não é atribuição do município prestar o ensino médio (art. 211, § 2º e 3º, da CF). A alternativa B está em consonância com o previsto no art. 210, § 2º, da CF, e, portanto, está corretaalternativa C está incorreta, pois a CF permite às Universidades admitir professores, técnicos e pesquisadores estrangeiros (art. 207, § 1º, da CF). A alternativa D, por fim, está incorreta porque a educação privada depende de autorização e avaliação por parte do Poder Público (art. 209, inc. II, da CF).

>> RESPOSTA CORRETA: B

Bons estudos!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Saiu o Edital do XIV Exame da OAB!

Eu achei que esse Edital não sairia hoje, pois é época de Copa, pós-feriado e a FGV não deu certeza de nada quando uma amiga ligou para lá hoje. Massss, saiu!



O que é importante termos em mente:
1 - as inscrições vão até o dia 02 de Julho (por favor, pessoal, não percam o prazo, inscrevam-se o quanto antes).
2 - a inscrição continua custando a pequena fortuna de R$ 200,00.
3 - faltam apenas 45 dias para a prova!!

Mais detalhes no site da FGV.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

As 10 melhores técnicas de estudo, segundo a ciência

Um estudo  publicado em janeiro de 2013 na revista científica Psychological Science in the Public Interest avaliou dez técnicas comuns de aprendizagem para classificar quais possuem de fato a melhor utilidade.




Os resultados são bem surpreendentes, e acredito que muitas das técnicas citadas são super utilizadas pelos estudantes e concurseiros.

Três práticas foram encaradas como de utilidade moderada: interrogação elaborativa, auto-explicação e estudo intercalado.

E as duas que obtiveram o mais alto grau de utilidade na aprendizagem foram as técnicas de teste prático e prática distribuída.
É a ciência desaprovando boa parte do meu método de estudo, muito baseado em resumos, grifos, mnemônicos e mapas mentais. Por outro lado, foi confirmada a impressão que eu tinha de que a realização de exercícios em doses cavalares era extremamente efetiva para o estudo para concursos públicos.

Sem esquecer que cada um funciona de uma forma, e nem sempre as técnicas aplicadas são consideradas "leis".


Releitura (utilidade: baixa)

Reler um conteúdo, em regra, é menos efetivo do que as demais técnicas apresentadas. O estudo, no entanto, mostrou que determinados tipos de leitura (massive rereading) podem ser melhores do que resumos ou grifos, se aplicados no mesmo período de tempo. A dica é reler imediatamente depois de ler, por diversas vezes.


Mnemônicos (utilidade: baixa)

Segundo o dicionário Houaiss, mnemônico é algo relativo à memória; que serve para desenvolver a memória e facilitar a memorização (diz-se de técnica, exercício etc.); fácil de ser lembrado; de fácil memorização.
Em apostilas e sites de concursos públicos, é muito comum ver o uso de mnemônicos com as primeiras letras ou sílabas, como SoCiDiVaPlu para decorar os fundamentos da República Federativa do Brasil (artigo 1º da Constituição).

O estudo da Psychological Science in the Public Interest mostrou que os mnemônicos só são efetivos quando as palavras-chaves são importantes e quando o material estudado inclui palavras-chaves fáceis de memorizar.
Assuntos que não se adaptam bem a geração de palavras-chaves não conseguiram ser bem aprendidos com o uso de mnemônicos. Então, utilize-os em casos específicos e pouco tempo antes de teste.

Grifar (utilidade: baixa)

Prepare-se para dar um descanso ao seu grifador amarelo. O estudo aponta que a técnica de apenas grifar partes importantes de um texto é pouco efetiva pelos mesmos motivos pelos quais é tão popular: praticamente não requer esforço.
Ao fazer um grifo, seu cérebro não está organizando, criando ou conectando conhecimentos. Então, grifar só pode ter alguma (pouca) utilidade quando combinada com outras técnicas.




Visualização (utilidade: baixa)

Os pesquisadores pediram que estudantes imaginassem figuras enquanto liam textos. O resultado positivo foi apenas em relação a memorização de frases. Em relação a textos mais longos, a técnica mostrou-se pouco efetiva.
Os pesquisadores pediram que estudantes imaginassem figuras enquanto liam textos. O resultado positivo foi apenas em relação a memorização de frases. Em relação a textos mais longos, a técnica mostrou-se pouco efetiva.

Surpreendentemente (ao menos para mim), a transformação das imagens mentais em desenhos também não demonstrou aumentar a aprendizagem e ainda trouxe o inconveniente de limitar os benefícios da imaginação.

Isso não invalida completamente o uso de mapas mentais para estudos, já que esses consistem além de desenho a conexão de ideias e conceitos.
De qualquer maneira, o resultado do estudo é que a visualização não é uma técnica efetiva para provas que exijam conhecimentos inferidos de textos.

Resumos (utilidade: baixa)

Resumir os pontos mais importantes de um texto com as principais ideias sempre foi uma técnica quase intuitiva de aprendizagem.
O estudo mostrou que os resumos são úteis para provas escritas, mas não para provas objetivas.
Embora tenha sido classificado como de utilidade baixa, a técnica de resumir ainda é mais útil do que grifar e reler textos. Segundo o estudo, esta técnica pode ser uma estratégia efetiva para estudantes que já são hábeis em produzir resumos.

Interrogação elaborativa (utilidade: moderada)

A técnica de interrogação elaborativa consiste em criar explicações que justifiquem por que determinados fatos apresentados no texto são verdadeiros.
O estudante devem concentrar-se em perguntas do tipo Por quê? em vez de O quê?.

Seguindo o exemplo que demos pouco antes, em vez de decorar um mnemônico como SoCiDiVaPlu, o ideal seria perguntar-se por que o Brasil adota a dignidade da pessoa humana como fundamento da República? E buscar a resposta na origem do estado democrático de Direito e na adoção do princípio da dignidade da pessoa humana pelas principais democracias ocidentais após a Revolução Francesa.

Note que esse tipo de estudo requer um esforço maior do cérebro, pois concentra-se em compreender as causas de determinado fato, investigando suas origens.
Falando especificamente de concursos públicos, a interrogação elaborativa é um grande diferencial na hora de responder redações e questões discursivas.

Auto-explicação (utilidade: moderada)

A auto-explicação mostrou-se ser uma técnica útil para aprendizagem de conteúdos mais abstratos. Na prática, trata-se de ler o conteúdo e explicá-lo com suas próprias palavras para você mesmo.
O estudo mostrou que a técnica é mais efetiva se utilizada durante o aprendizado, e não após o estudo.

Estudo intercalado (utilidade: moderada)

O estudo intercalado é o que chamamos de rotação de matérias.
A pesquisa procurou saber se era mais efetivo estudar tópicos de uma vez ou intercalando diferentes tipos de conteúdos de uma maneira mais aleatória.



Os cientistas concluíram que a intercalação tem utilidade maior em aprendizados envolvendo movimentos físicos e tarefas cognitivas (como ciências exatas).
O principal benefício da intercalação, como já havíamos observado, é fazer com que a pessoa consiga manter-se mais tempo estudando.

Teste prático (utilidade: alta)

Realizar testes práticos sobre o que você está estudando é uma das duas melhores maneiras de aprendizagem. A pesquisa científica mostrou que realizar testes práticos é até duas vezes mais eficiente do que outras técnicas.
No caso específico de concursos públicos, a recomendação é fazer toneladas de exercícios de provas anteriores. Não apenas do cargo para o qual você está estudando, mas qualquer tipo de questão que encontrar pela frente.

Prática distribuída (utilidade: alta)

A prática distribuída consiste em distribuir o estudo ao longo do tempo, em vez de concentrar toda a aprendizagem em um bloco só (a.k.a. na véspera da prova).

Pesquisas mostram que o tempo ideal de distribuição das sessões de estudo é de 10% a 20% do período que o conteúdo precisa ser lembrado. Por essa conta, se você quer lembrar algo por cinco anos, você deve espaçar seu aprendizado a cada seis meses. Se quer lembrar por uma semana, deve estudar uma vez por dia.
A prática distribuída também pode ser interpretada como a distribuição do estudo em pequenos períodos ao longo do dia, intervalando com períodos de descanso. Por exemplo, uma hora de manhã, uma hora à tarde e outra hora à noite.





Fonte: mude.nu/estudo-10-melhores-formas 


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Como foi a 2ª Fase do XIII Exame da OAB?

Como vocês sabem, eu estou me preparando para a 1ª fase do XIV Exame da OAB, que ocorrerá apenas em Agosto. Mesmo assim, fiz questão de acompanhar a 2ª fase do XIII Exame, para já ir me familiarizando com a prova.


Na prova de Penal (que é a que me interessa), a questão n.º 2 era relativamente fácil. No entanto, o padrão de resposta que a FGV divulgou exigia que o candidato falasse sobre duas teorias do momento consumativo do ato: a teoria da ablatio e a teoria da amotio. Nunca ouvi falar disso na minha vida (e isso que sempre fui bem nas cadeiras de Penal da Faculdade e estagiei numa Câmara Criminal por dois anos)! Confesso que fiquei um pouco assustada e com medo de nem passar na 1ª fase... Dizem que o Exame que ocorre no meio do ano tem menos inscritos, o que tenderia a induzir a banca a não fazer uma prova com um grau tão alto de exigência. Mas isso é mera especulação, não podemos contar com essa facilidade. Então, bora estudar e começar a preparação para a 2ª fase desde já. Não esqueça: dentre as matérias consideradas muito importantes no seu estudo para a 1ª fase devem estar, pelo menos, Ética Profissional e a sua ênfase da 2ª fase (já falei sobre isso aqui).

A peça de Trabalho também gerou bastante polêmica... Eu não entendo muito de Direito do Trabalho, mas acho que também teria feito Embargos de Terceiro.


Enfim, está claro que essa prova estava um pouco mais difícil do que a última. E isso pode significar que a próxima tende a seguir esse padrão, ou seja, a cobrar mais dos candidatos. Não podemos confiar em boatos de que a próxima prova será mais fácil em razão do número de candidatos inscritos. Contar com isso é depender da sorte. É mais inteligente estarmos preparados para o pior cenário possível. Melhor pecarmos pelo excesso do que pela falta. Ou seja, foco total na OAB a partir de agora!


Ainda não viu as provas e os padrões de resposta da 2ª fase do XIII Exame? É só acessar o site da FGV-OAB.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Focar na nossa meta sempre